fev
05

Física:

*Grandezas:

Em física elas podem ser vetoriais ou escalares, como por exemplo, o tempo, a massa de um corpo, comprimento, velocidade, aceleração, força, e muitas outras. Grandeza escalar é aquela que precisa somente de um valor numérico e uma unidade para determinar uma grandeza física, um exemplo é a nossa massa corporal. Grandezas como massa, comprimento e tempo são exemplos de grandeza escalar. Já as grandezas vetoriais necessitam, para sua perfeita caracterização, de uma representação mais precisa. Assim sendo, elas necessitam além do valor numérico, que mostra a intensidade, uma representação espacial que determine a direção e o sentido. Aceleração, velocidade e força são exemplos de grandezas vetoriais.

*Ordem de grandeza:

“A ORDEM DE GRANDEZA DE UM NÚMERO É A POTÊNCIA DE DEZ MAIS PRÓXIMA DESTE NÚMERO”

A ordem de grandeza é uma forma de avaliação rápida, do intervalo de valores em que o resultado deverá ser esperado. Para se determinar com facilidade a ordem de grandeza, deve-se escrever o número em notação científica (isto é, na forma de produto 10n) e verificar se N é maior ou menor que (10) 1 / 2.

Se N > 3,16 , a ordem de grandeza do número é 10 n + 1.

Se N < 3,16, a ordem de grandeza do número é 10 n. Onde (10) 1 / 2 = 3,16

Exemplo 1. Se formos medir a massa de um homem, é razoável esperarmos que a massa se encontre mais próximo de 100 (10²) kg do que de 10 (10¹) kg ou 1000 (10³) kg.

-> em negrito o número elevado!

*Eletrostática tá bom no caderno, nem vo coloca nada…

joaopedro

fev
05

Neste ano como temos que levar as coisas mais a sério faremos um resumo de todas as  matérias por semana e outro melhor antes das provas, colocaremos também sites, textos e outras coisas que acharmos importantes! Bons Estudos !  

 

out
21

Os artigos da língua inglesa possuem a função de particularizar e generalizar os substantivos. Existem dois tipos de artigos: os definidos e indefinidos.

Indefinite article

Correspondes ao “um, uma”, que no inglês são o “a” e “an”. Os indefinite articles são usados nas ocasiões de generalização ou quando o substantivo é relatado pela primeira vez. Ex: Wait a moment. = Aguarde um momento.

Quando usar “a” e “an”?

Antes de palavras singulares iniciadas por som de vogal, usa-se “an”, já antes de palavras singulares começadas por som de consoante, usa-se “a”. Não é a grafia que irá determinar o uso de “a” e “an”, uma vez que existem certos substantivos cuja primeira letra é consoante e que são pronunciados com som de vogal, e vice-versa.

Ex: A mouse, a book, a pencil, a job, a uniform.
An artist, an animal, an insect, an office.

Definite article

Para o caso dos definite articles, só existe apenas uma forma: “the”, usada antes de quaisquer substantivos, sejam eles masculinos, femininos, estando no singular ou no plural.

Ex: The Industrial Revolution made many changes in the world. = A Revolução Industrial fez várias mudanças no mundo.

________________________ ##______________________________

ADVÉRBIOS

CLASSIFICAÇÃO DOS ADVÉRBIOS

Os advérbios, conforme seu uso e significado, são geralmente classificados em:

ADVÉRBIO
DE
AFIRMAÇÃO

certainly, certamente
evidently, evidentemente
indeed, sem dúvida
obviously, obviamente
yes, sim
surely, certamente
indubitably, indubitavelmente
etc…

ADVÉRBIO
DE
DÚVIDA

maybe, possivelmente
perchance, porventura
perhaps, talvez
possibly, possivelmente
etc…
 

ADVÉRBIO
DE
FREQÜÊNCIA

daily, diariamente
monthly, mensalmente
occasionally, de quando em quando
often, freqüentemente
yearly, anualmente
rarely, raramente
weekly, semanalmente
etc…

ADVÉRBIO
DE
INTENSIDADE

completely, completamente
enough, bastante
entirely, inteiramente
much, muito
nearly, quase
pretty, bastante
wholly, inteiramente
quite, completamente
rather,bastante
slightly, ligeiramente
equally, igualmente
exactly, exatamente
greatly, grandemente
very, muito
sufficiently, suficientemente
throughly, completamente
too, demasiadamente
largely, grandemente
little, pouco
merely, meramente
utterly, totalmente

ADVÉRBIO
DE
LUGAR

above, em cima
anywhere, em qualquer parte
around, em redor
below, abaixo
evrywhere, em toda a parte
far, longe
here, aqui
hither, para cá
near, perto
nowhere,em parte alguma
there, lá
thither, para lá
where, onde
younder, além< TD>

ADVÉRBIO
DE
MODO

actively,ativamente
amiss,erroneamente
badly, mal
boldly, audaciosamente
faithfully, fielmente
fast, rapidamente
fiercely, ferozmente
gladly, alegremente
ill, mal
puposely, intencionalmente
quickly, rapidamente
simply, simplesmente
steadily, firmemente
truly,verdadeiramente
well, bem


ADVÉRBIO
DE
NEGAÇÃO

 

no, not, não    


ADVÉRBIO
DE
ORDEM

 

firstly, primeiramente secondly, em segundo lugar thirdly, em terceiro lugar

ADVÉRBIO
DE
TEMPO

already, já
always, sempre
early, cedo
formerly, outrora
hereafter, doravante
immediately, imediatamente
late, tarde
lately, ultimamente
never, nunca
now, agora
presently, dentro em pouco
shortly, em breve
soon, brevemente
still, ainda
then, então
today, hoje
tomorrow, amanhã
when, quando
yesterday, ontem

ADVÉRBIO

INTERROGATIVOS

how, como when, quando where, onde
why, por que
      _______________________________ ## __________________________

TAG QUESTIONS

Agora veremos em inglês alguns exemplos:

1. You are dating Chris, aren’t you?
2. She is going to Travel to the U.S.A, isn’t she?
3. She is not going to travel to the U.S.A, is she?
4. They have a car, don’t they?
5. The car is broken isn’t it?
6. He didn’t buy a house, did he?
7. The server is down, isn’t it?
8. The car is broken, isn’t it?
9. You have already traveled by plane, haven’t you?
10. She should not go to the doctor, should she?
11. You can speak English, can’t you?
12. You can’t speak English, can you?
13. She could come with you, could not she?
14. You can speak English, can’t you?
15. She could come with you, could not she?
16. She could not come with you, could she?

Uma regra importante: quando a frase está na afirmativa, a tag question fica na negativa. O mesmo se aplica ao contrario.

Pay attention: Há uma exceção para a primeira pessoa na negativa veja:
I am not tall, am I ?
I am tall, aren’t I?

      ____________________________ ## _________________________
Desde de já agradeço a atenção de vocês !!Beeijos ! ;*

Marcoo !

       
       
       
       
       
       
       
       
out
20

Páginas 43, 44 e 45

Obs: Quando tiver ‘barras’ significa divisão
ex.: 1/2
significa 1 divido por 2
                  1 sobre 2

01.
cara e cara    –
coroa e cara  –
cara
e coroa  –
coroa e coroa

3/4 = 0,75 = 75%
Resposta: D

02.
5! = 5.4.3.2.1 = 120
4! = 4.3.2.1 = 24

4!/ 5! 
24/ 100
0,2
= 1/5
Resposta: B

05.
13 cartas diferentes
Chances para sair com a Dama = 1

= 1/13
Resposta: E

06.
Divisores de 60 – 1, 2, 3, 4, 5, 6, 10, 12, 15, 20, 30 e 60
Primos: 2, 3 e 5
Divisores no total: 12

3/12
= 1/ 4
Resposta: C 

07.
9, 18, 27, …, 999

an = a1+(n-1).n
999 = 9+(n-1).9
999 = 9+9n-9
999 = 9n
n = 111

111/ 999
= 1/9
Resposta: E

08.
não fiz

11.
n = 1.8.9
n = 72

72/ 100
36/ 50
= 18/ 25
Resposta: C

_________________________________
murilo

out
15

Machado de Assis:

O século XIX se mostrou bastante promissor para o Brasil, com a independência política em 1822 entrou-se em um estado extremamente ufanista.A partir de 1860 o clima mudou, já que o progresso político, social e econômico não chegou da forma esperada então o desejo de reformas profundas aumentava e após a Guerra do Paraguai houve um fortalecimento do pensamento republicano e a decadência da monarquia junto com as idéias abolicionistas foram ganhando força. Com a Proclamação da Republica em 1889 e a Abolição da Escravatura em 1888 o público leitor se mostrava cansado do sentimento excessivo, eles queriam uma leitura envolvida com a realidade como a que acontecia na Europa. Surge então no Brasil o Realismo que era contra os exageros sentimentais dos românticos e do emocional, que eram substituídos pela razão e uma visão mais crítica da sociedade.

De origem humilde Joaquim Maria Machado de Assis, nasceu em 21 de junho de 1839 no Rio de Janeiro. Mesmo com problemas de saúde o escritor venceu suas origens e se tornou a principal figura literária do país, fundador da Academia Brasileira de Letras. É no conto e no romance que estão as suas melhores obras. Faleceu em 29 se setembro de 1908.

As obras são divididas em duas fases, a 1ª romântica, a 2ª realista.

*Fase Romântica: Ressurreição, Helena, Histórias da Meia-Noite, Americanas, Queda que as mulheres têm para os tolos, etc.

*Fase Realista: Memórias póstumas de Brás Cubas, Quincas Borba, Dom Casmurro, Esaú e Jacó, Papéis Avulsos, Ocidentais, etc.

A temática de Machado de Assis:

-O Adultério

Estruturam-se obras sobre um triângulo amoroso e o adultério, onde pode ou não existir, criando uma dúvida na obra.

-A Loucura

Vários personagens machadianos foram atormentados pela loucura, alguns não se adaptavam com a sociedade ou com sua vida. Ele mostrava que o homem tem uma forte tendência a desenvolver manias e obsessões que podem não ser tão explicitas.

-O Ser e o Parecer

Machado de Assis era um profundo crítico da sociedade que se preocupada muito com as aparências e ocultava toda a hipocrisia e dissimulação humana, um conflito entre aparência e essência.

-A Sensualidade e a Complexidade Feminina

Machado de Assis é um grande criador de personagens femininas, suas mulheres são frequentemente complexas e enigmáticas, uma verdadeira fonte de dissimulação e sedução.

-A Política

As obras de Machado de Assis contemplam vários fatos políticos como a abolição da escravatura e a proclamação da república, com ironia ele expõe os problemas da política que são percebidos até hoje com a fraude eleitoral e a corrupção.

-A Vaidade

Dentro de uma visão pessimista da sociedade a vaidade assume papel vital nas obras de Machado de Assis, onde as pessoas buscavam ocultar a sua verdadeira essência com a busca de glória a qualquer custo.

Obras:

-Memórias Póstumas de Brás Cubas

Esta obra marcou o início do Realismo no Brasil e nas obras de Machado de Assis. Um livro completamente inovador, onde o narrado após sua morte rememora sua vida se tornado um defunto-autor, fugindo de tudo de tudo que já foi feito até então. Brás Cubas vai recompondo seus dias na terra, o convívio social e político expondo de forma sarcástica seus próprios defeitos e da sociedade.

Quincas Borba

É Sobre a triste história de Rubião um simples professor do interior de Minas, que cuidou do rico filósofo Quincas Borba em seus últimos dias e fica com a herança do homem. Vai morar no Rio de Janeiro e faz amigos que estão interessados no seu dinheiro, em especial Cristiano e sua esposa Sofia, por quem Rubião se apaixona. Aos poucos Rubião vai sofrendo um processo de desagregação total: sua paixão não é correspondida e vultos históricos vão o enlouquecendo  e a herança vai esgotando. No fim ele acaba louco e pobre na cidade de Barbacena.

Dom Casmurro

É uma obra motivada pelo ciúme e o caos psicológico do narrador Bentinho sobre a sua esposa Capitu, onde não se pode ter certeza de que se houve ou não adultério.

FALTA A PARTE DE MULHERES…

joaopedro

out
14

Orações subordinadas substantivas

Inicialmente, diga-se que são aquelas orações subordinadas que exercem as seguintes funções: sujeito, objeto direto, objeto indireto, complemento nominal, predicado nominal e aposto, exemplos:

Insinuou nada conhecer.
Pediu que se fizesse silêncio

As orações subordinadas substantivas podem ser de seis espécies:

1ª. Subjetivas: são aquelas que exercem a função de sujeito em relação a outra oração. Exemplos:

Importa estudar continuamente
Sabe-se que a situação econômico-financeira ainda vai ficar pior.
Convém que não saias da classe.

Facilita encontrar o sujeito de uma oração interrogar o verbo da oração:
Importa o que?; o que se sabe?; o que convém?

2ª. Objetivas diretas: são aquelas que exercem a função de objeto direto de outra oração.

Informamos que os alunos sairão pela porta dos fundos.
Amaral não sabia como realizar o sorteio.
Responda se conhece o novo time do Flamengo.
Olha como tudo terminou bem!
Penso que eles viajarão amanhã cedo.
Temo que Marcos saia ferido.
Pedi que saíssem da sala.
Vi-o correr.

Observa-se que o objeto direto é identificado da seguinte maneira: quem confia, confia em alguma coisa; quem sabe, sabe de alguma coisa; quem espera, espera alguma coisa; e assim por diante.
As locuções tenho medo, estou com esperança e sou de opiniãoou ele é de opinião têm força transitiva direta, isto é, são equivalentes a verbos transitivos diretos: temer, esperar, opinar. Se estas expressões vierem acompanhadas de preposição de antes da conjunção que, as orações já não serão objetivas diretas, mas completivas nominais:

Tenho medo de que ele não resista ao interrogatório.
Estou com esperança de que ele saia vitorioso.
Estou com receio de que não ocorra o jogo.

3ª. Objetivas indiretas: são aquelas que exercem a função de objeto indireto de outra oração, isto é, ligam-se à oração principal mediante preposição. Exemplos:

Preciso de rever todas as provas.
Cláudia não gostou das provocações e insinuações.
O acidente obstou a que chegássemos mais cedo.
O jovem obedeceu a todos que lhe são superiores.

A identificação do objeto indireto é realizada mediante o seguinte procedimento: quem precisa, precisa de alguma coisa; quem gosta, gosta de alguma gosta; quem obedece, obedece a alguma coisa; e assim por diante.

4ª. Completivas nominais: são aquelas que completam o sentido de um substantivo, adjetivo ou advérbio. Exemplos:

Ivo tinha esquecido de que sua proposta não agradara.
Alencar estava esperançoso de que tudo se resolveria.
A opinião de que Luís desistirá do estudo é conclusão precipitada.

Assim como alguns verbos exigem objeto que lhes complete o sentido, há algumas palavras que necessitam de outras que lhes completem o sentido. Assim, pode-se à semelhança dos verbos, perguntar: acordo de que?; esperançoso de quê?; opinião de quê? (ou sobre o quê?); medo de quê? A reposta a estas perguntas constitui o complemento nominal.

5ª. Predicativas: são aquelas que funcionam como predicativo do sujeito. Exemplos:

O bom é que você não desconfia nunca.
O mal é você ficar de braços cruzados.
O certo é que Sérgio não se casará.
A falácia é que para ficar rico é preciso ficar pobre.

Não se deve confundir oração predicativa com oração subjetiva. Exemplos:

É certo que o Vasco não ganhará do Flamengo = subjetiva.
A oração grifada funciona como sujeito
O certo é que o Vasco não ganhará do Flamengo = predicativa
A oração grifada funciona como predicativo do sujeito.

6ª. Apositivas: são aquelas que funcionam como aposto. Exemplos:

Sua instrução foi única: estudar sempre
Pedi-lhe um favor: que me chamasse às sete horas.

O aposto é uma foram de adjunto adnominal, que é constituído de uma palavra ou expressão em aposição, exemplificando um ou vários termos expressos na oração. Note-se nos exemplos que estudar sempre explica a frase inicial, determina qual foi sua instrução; qual foi o favor pedido.

Orações subordinadas adjetivas

A oração que modifica um substantivo de outra oração é denominada oração subordinada adjetiva. Em geral, tais orações são introduzidas por pronome relativo. Exemplo:

O garoto que era risonho tornou-se um garoto sisudo.

Segundo a Nomenclatura Gramatical Brasileira, as orações subordinadas adjetivas exercem a função sintática de adjunto adnominal de um termo da oração principal.
As orações subordinadas adjetivas são de duas espécies: explicativas e restritivas.
As explicativas são aquelas que indicam qualidade inerente ao substantivo a que se referem. Justapõem-se a um substantivo já plenamente definido pelo contexto. Além disso, as orações adjetivas explicativas podem ser eliminadas sem prejuízo do sentido. Têm função meramente estilística. Exemplos:

O inverno suíço de 1987, que foi muito rigoroso, matou 100 pessoas.
O homem, que é um ser racional, tem perdido suas características mais preciosas.
O lírio, que é branco, já não é símbolo de candura.

As orações adjetivas explicativas são menos comuns que as restritivas.
As orações adjetivas restritivas delimitam o sentido do substantivo antecedente. São indispensáveis ao sentido total da oração. Exemplos:

Todo aluno que é estudioso é digno de aprovação.
Todo político que é honesto é capaz de causar revoluções administrativas.
Não acredito no médico do qual me falaste há pouco.
O professor cujas orientações não são diretivas tem conseguido resultados assustadores nos últimos tempos.

Orações subordinadas adverbiais

Um terceiro tipo de orações subordinadas são as adverbiais, isto é, aquelas que equivalem a advérbios em relação a outra oração.
Os adjuntos adverbiais são termos acessórios das orações; são determinantes. Os determinantes adverbiais acrescentam “ao predicado o esclarecimento de lugar, tempo, modo etc.”

Almoçarei ao meio-dia.
Chegaram aqui as embarcações.
Ontem choveu.
Aquele homem caminha com dificuldade.
Tu te exprimes muito bem.

São, portanto, os adjuntos adverbiais expressões que acrescentam circunstâncias aos fatos expressos.
Recorde-se também que as orações reduzidas às vezes indicam circunstâncias que caracterizam e restringem o sentido do verbo:

Não te emprestarei dinheiro para gastares com bijuterias. (adverbial final reduzida de infinitivo)
Chegando ao teatro, comprei os ingressos. (subordinada adverbial temporal reduzida de gerúndio)
Terminado o jogo, voltei pra casa. (subordinada adverbial temporal reduzida de particípio)

As orações subordinadas adverbiais são dos seguintes tipos: causais, comparativas, consecutivas, concessivas, condicionais, conformativas, finais, proporcionais e temporais.

1ª. Causais: são aquelas que modificam a oração principal apresentando uma circunstância de causa, isto é, respondem à pergunta “por quê?” feita à oração principal. Exemplos:

Carlos saiu porque precisava.
Amadeu não saiu porque estava frio.
Nilo Lusa deixou o magistério porquanto sua saúde era precária.

São conjunções causais: porque, que, porquanto, visto que, por isso que, como, visto como, uma vez que, já que, pois que.

2ª. Comparativas: são aquelas que correspondem ao segundo termo de uma comparação. Exemplos:

Marisa é tão boa digitadora quanto Teresa
“A preguiça gasta a vida como a ferrugem consome o ferro”

São conjunções comparativas: como, mais do que, assim como, bem como, que nem (como), tanto quanto.

3ª. Consecutivas: são aquelas que são introduzidas por um termo intensivo que vem em seguida à oração principal, acrescentando-lhe idéias e explicações, ou completando-a, ou tirando uma conclusão. Exemplos:

O Plano de Estabilização Econômica foi tão cercado de flores de todos os lados que não percebemos suas conseqüências menos interessantes.
Onde estás, Eliana, que não te vejo!
Otávio bebia tanto que morreu afogado no seu próprio vômito.
Faça seu trabalho de tal modo que não venha a lastimar-se do resultado que dele possa advir.

São conjunções consecutivas: (tanto) que, (tão) que, (de tal forma) que.

4ª. Concessivas: são aquelas que se caracterizam pela idéia de concessão que transmitem à oração principal. Exemplos:

Ainda que faça frio, o jogo realizará.
Cristiano foi ao parque, embora estivesse chovendo.
Ainda que eu falasse a língua dos homens e falasse a língua dos anjos, sem amor eu nada seria.

São conjunções concessivas: embora, posto que, se bem que, ainda que, sempre que, desde que, conquanto, mesmo que, por pouco que, por muito que.

5ª. Condicionais: são aquelas que se caracterizam por transmitir idéias de condição à oração principal. Exemplos:

Se o filme for ruim, sairei do cinema.
Caso tivesse realizado as obras necessárias, não teria perdido a eleição.

São conjunções condicionais: se, salvo se, senão, caso, desde que, exceto se, contanto que, a menos que, sem que, uma vez que, sempre que.

6ª. Conformativas: são aquelas que indicam o modo como ocorreu a ação expressa na oração principal. Exemplos:

Conforme as últimas notícias, o mundo corre risco de uma guerra generalizada.
Realizei seus desejos como você me havia sugerido.
Escrevi carta burocrática, segundo o estilo oficial estabelece.

São conjunções conformativas: de modo que, assim como, bem como, de maneira que, de sorte que, de forma que, do mesmo modo que, segundo conforme.

7ª. Finais: são aquelas que indicam o fim ou finalidade à oração principal. Exemplos:

É preciso que haja políticos de concepções liberais extremadas para que os conservadores não reduzam os homens a títeres.
Acenei-lhe para que silenciasse
Antônio Carlos falou baixinho a fim de que não fosse percebida sua revolta.

São conjunções subordinativas finais: para que, a fim de que.

8ª. Proporcionais: são aquelas que transmitem idéia de proporcionalidade à idéia principal. Exemplos:

À proporção que o tempo passa, a agonia recrudesce.
O barulho de algazarra aumenta à medida que se aproxima das crianças.

São conjunções subordinativas proporcionais: à medida que, à proporção que, ao passo que.

9ª. Temporais: são aquelas que indicam relação de tempo naquilo que se refere à ação expressa pela oração principal. Exemplos:

Enquanto leio poesia, recupero o equilíbrio emocional.
Cada vez que eu penso, te sinto, te vejo…

São conjunções subordinadas temporais: quando, enquanto, agora que, logo que, desde que, assim que, tanto que, apenas, antes que, até que, sempre que, depois que, cada vez que.

As ORAÇÕES COORDENADAS estão em um post ANTERIOR, só procurar.
Regência eu não sei se vai cair, então não coloquei no post, mas talvez caia..
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murilo

out
14

Max Weber
Sociólogo moderno que viveu na Alemanha séc. XIX – XX
Maximillian Carl Emil Weber foi um intelectual alemão, jurista, economista e considerado um dos fundadores da Sociologia. Seu irmão foi o também famoso sociólogo e economista Alfred Weber. A esposa de Max Weber, Marianne Schnitger, era socióloga e historiadora do Direito.
Unificação Tardia
– entender sua história
– necessidade de entender os outros
valorizar as ciências humanas (científicas)
Tradição Calvinista

Conte/ Durkhein                  Weber
1º. Descrever                        1º. Interpretar
2º. Formas gerais                 2º. Formas individuais
3º. Modelos universais       3º. Modelos diferentes

ação social – dotada de sentido (motivação)
Tipo ideal: através de pesquisas você traça a média/ tipo ideal da forma de pessoas da soma de indivíduos
A construção teoria que permite à análise socióloga··

O principal objetivo de Weber é compreender o sentido que cada pessoa dá a sua conduta e perceber assim a sua estrutura inteligível e não a análise das instituições sociais como dizia Durkheim. Com este pensamento, não possuía a idéia de negar a existência ou a importância dos fenômenos sociais, dando importância à necessidade de entender as intenções e motivações dos indivíduos que vivenciam essas situações sociais. É preciso explicar os fenômenos por meio de proposições confirmadas pela experiência, para poder ter o sentimento e compreendê-las. Weber também se preocupou muito com a criação de certos instrumentos metodológicos que possibilitassem ao cientista uma investigação dos fenômenos particulares sem que ele se perca na infinidade disforme dos seus aspectos concretos, sendo que o principal instrumento é o tipo ideal.
Weber por sua vez defendia que para todas as disciplinas, tanto as ciências naturais como as ciências da cultura, o conhecimento é uma conquista que nunca chega ao fim.
O Estado é um instrumento de dominação do homem pelo homem, para ele só o Estado pode fazer uso da força da violência, e essa violência é legítima, pois se apóia num conjunto de normas (constituição). O Estado para Durkheim é a instituição da disciplina moral que vai orientar a conduta do homem.

A análise da teoria weberiana como ciência tem como ponto de partida a distinção entre quatro tipos de ação:

– A ação racional com relação a um objetivo é determinada por expectativas no comportamento tanto de objetos do mundo exterior como de outros homens e utiliza essas expectativas como condições ou meios para alcance de fins próprios racionalmente avaliados e perseguidos. É uma ação concreta que tem um fim especifico, por exemplo: o engenheiro que constrói uma ponte.
– A ação racional com relação a um valor é aquela definida pela crença consciente no valor – interpretável como ético, estético, religioso ou qualquer outra forma – absoluto de uma determinada conduta. O ator age racionalmente aceitando todos os riscos, não para obter um resultado exterior, mas para permanecer fiel a sua honra, qual seja, à sua crença consciente no valor, por exemplo, um capitão que afunda com o seu navio.
– A ação afetiva é aquela ditada pelo estado de consciência ou humor do sujeito, é definida por uma reação emocional do ator em determinadas circunstâncias e não em relação a um objetivo ou a um sistema de valor, por exemplo, a mãe quando bate em seu filho por se comportar mal.
– A ação tradicional é aquela ditada pelos hábitos, costumes, crenças transformadas numa segunda natureza, para agir conforme a tradição o ator não precisa conceber um objeto, ou um valor nem ser impelido por uma emoção, obedece a reflexos adquiridos pela prática.

Seguidores:
Ernest Gellner
David Landes

Não sei se é apenas isso que está no resumo, ou se há algo mais.. mas já ajuda!
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murilo

out
14

Período Helênico (Helenismo)

 Grécia – Roma
Aristóteles foi pago para ensinar Alexandre quando ele possuía 13 anos a mais ou menos 15/16 anos
Alexandre aprende que para ser um grande imperador não é necessário a destruição e sim a transferência de sabedoria aos povos que seriam conquistados Através de Valores Grego
– respeitava peculiaridades, a opinião/ democracia
– onde ele ia ele obrigava a estudar grego, sob seus súditos – razão, ser racional
 – valorizar razão
Alexandre desenvolvei virtude do equilíbrio, ele se tornou uma pessoa virtuosa que morreu sem filhos
Egito no Período Helênico Alexandria se tornou um país importante, lá havia uma biblioteca onde eles queriam reunir todos conhecimento do mundo, lá fazia-se ciência, havia mais de 1 milhão de livros. Valorização da razão

.Os cínicos, os céticos, os epicuristas, os estóicos
Escolas que surgiram para responder a pergunta que surgiu apões o fim das cidades-estado “Qual é a melhor forma de se viver”

Os Cínicos
  O Cinismo foi uma corrente filosófica fundada por um discípulo de Sócrates, chamado Antístenes, e cujo maior nome foi Diógenes de Sínope, por volta de 400 a.C., que pregava essencialmente o desapego aos bens materiais e externos.
O termo passou à posteridade como caraterização pejorativa de pessoas sem pudor, indiferentes ao sofrimento alheio.
   Os cínicos polemizam com a filosofia de sua época, negando qualquer realidade fora daquela que se pode ver e apanhar com as mãos. Afirmavam que dispunha o homem de tudo que necessitava para viver, independente dos bens materiais. A isto chamavam de Autarcia (ou a variante, porém com outra acepção mais difundida, Autarquia) – condição de auto-suficiência do sábio, a quem basta ser virtuoso para ser feliz.
Pensamento: Sua filosofia partia do princípio de que a felicidade não depende de nada externo à própria pessoa, ou seja, coisas materiais, reconhecimento alheio e mesmo a preocupação com a saúde, o sofrimento e a morte, nada disso pode trazer a felicidade. Segundo os Cínicos, é justamente a libertação de todas essas coisas que pode trazer a felicidade que, uma vez obtida, nunca mais poderia ser perdida.
   Aliado ao discurso, também o modo de vida do cínico deveria ser conforme as idéias defendidas. Para eles a virtude reside, sobretudo, na conduta moral do homem, naquilo que lhe é intrínseco – e não nas conquistas materiais, na aparência exterior. Os cínicos, assim como Sócrates, nada de escrito deixaram. O mais importante representante dessa corrente foi um discípulo de Antístenes chamado Diógenes. Ele vivia dentro de um barril e possuía apenas sua túnica, um cajado e um embornal de pão.

Os céticos
   O ceticismo é a doutrina que afirma que não se pode obter nenhuma certeza a respeito da verdade, o que implica numa condição intelectual de dúvida permanente e na admissão da incapacidade de compreensão de fenômenos metafísicos, religiosos ou mesmo da realidade.

Ceticismo filosófico – uma postura filosófica em que pessoas escolhem examinar de forma crítica se o conhecimento e percepção que possuem são realmente verdadeiros, e se alguém pode ou não dizer se possui o conhecimento absolutamente verdadeiro;
Ceticismo científico – uma postura científica e prática, em que alguém questiona a veracidade de uma alegação, e procura prová-la ou desaprová-la usando o método científico.
   O termo cético é usado atualmente para se referir a uma pessoa que tem uma posição crítica em determinada situação, geralmente por empregar princípios do pensamento crítico e métodos científicos (ou seja, ceticismo científico) para verificar a validade de idéias.
   O ceticismo filosófico é procurar saber, não se contentando com a ignorância fornecida atualmente pelos meios públicos, por meio da dúvida. Opõem-se ao dogmatismo, em que é possível conhecer a verdade.

Os epicuristas
   Epicurismo é o sistema filosófico ensinado por Epicuro de Samos, filósofo ateniense do século IV a.C., e seguído depois por outros filósofos, chamados epicuristas.
   Epicuro propunha uma vida de contínuo prazer como chave para a felicidade, esse era o objetivo de seus ensinamentos morais. Para Epicuro, a presença do prazer era sinônimo de ausência de dor, ou de qualquer tipo de aflição: a fome, a abstenção sexual, o aborrecimento, etc.
   A finalidade da filosofia de Epicuro não era teórica, mas sim bastante prática. Buscava sobretudo encontrar o sossego necessário para uma vida feliz e aprazível.

Os estóicos
   O estoicismo é uma doutrina filosófica que afirma que todo o universo é corpóreo e governado por um Logos divino. A alma está identificada com este princípio divino, como parte de um todo ao qual pertence. Este lógos (ou razão universal) ordena todas as coisas: tudo surge a partir dele e de acordo com ele, graças a ele o mundo é um kosmos (termo que em grego significa “harmonia”).
   O estoicismo propõe viver de acordo com a lei racional da natureza e aconselha a indiferença (apathea) em relação a tudo que é externo ao ser.

Dessa vez não foi feito pelo caderno’ Conteúdo da Internet..
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murilo

set
23

Resumo

Ciclo do Ouro

– Foi o mais rápido dos ciclos XVIII, durou de 30 a 60 anos
Regiões que concentravam atividade de mineiração:
– Mato Grosso, Goiás, Minas Gerais
Ouro
Não existia prata
Esperaram 200 anos para exploração de ouro mas valeu a pena.
Havia duas técnicas para exploração:

Aluvião (extração: pequenos riachos e córregos)
– pequena produções
– poucos investimentos
– rápido esgotamento
instumentos: almocafre e batéia

Lavra (extração: minas)
– grandes produções
– grandes investimentos

Quem contralava a atividade de mineração…
Intendência das Minas
funções:
distribuir as datas (terrenos)
– cobranças dos tributos
* quinto (um quinto do ouro é do rei/ 20% da produção)
* finta (imposto anual, proporcional cobrado de toda região mineradora)
* derrama (cobrança dos impostos atrasados/ senão pessoa era exilada)

Diamantes
Região: Goiás
* Distrito De Diamantino (só pode ir com ordem do governo)
Estando: monopólio régio (apenas do rei)
– Real extração
* Retirou tanto que houve DEFLAÇÃO
preço caiu, devido a quantidade..

Consequências

Crescimento demográfico. De +/- 330.000 hab. foi para +/- 3.500.000 hab.
Imigração de Portugal para Brasil – aproximadamente 40% da população
* Ocupação do interior
Eixo econômico: NE – Sul
* Crescimento do comércio interno
Mercadoria mais procurada – escravos
* Intensa produção cultural
Barraco
– Em meados do século XVIII houve esgotamento das minas e decadência da mineração
1703 – Tratado de Methuen
“Panos e Vinhos ” – Portugal e Inglaterra
Inglatera vai comprar todo o vingo de Portugal
Brasil
Influências externas
* iluminismo
* revolução americana
* revolução industrial
* revolução francesa
irá ocorrer CONFLITOS…

Conjuração Mineira
Em 1789
– Mineradores    |  clero
– Prop. terras      |  intelectuais
– Comerciantes   |  militares
Movimento Elistista

* Fatores da Revolta
– crise ecoômica (região mineradora)
– arrocho/derrama fiscalista

* Objetivo
Emancipação
– Isolamento/ geográfico
.popular
.escravos
Joaquim José da Silva Xavier – Tiradentes

Conjuração Baiana
Revolta dos Alfaiates
– comerciantes    – clero
– maçonaria          – grandes prop.
– intelectuais

* Objetivo
– Emancipação do Brasil
– República
– Governo de igualdade racial/ social

* Intensa participação popular
Negros/ mestiços

Fuga da Família Real p/ Brasil
Final do séculos XVIII
Euroupa – Guerras Napoleônicas
– Bloqueio Continental
* Invasão da Península Ibérica
> Portugal
> Espanha

28/01/1808
Abertura dos Portos
FIM do Pacto Colonial
Emancipação Econômica

Brasil mudou de status
– Reino Unido

Em 1821 ocorreu Revolução do Porto
Foi um movimento liberal-burguês
* Fim do absolutismo
* Retorno da Família Real
* Reconolonização do Brasil/ Restauração do Pacto Colonial..

09/01/1882
Dia do “Fico” ( ele aceita liberar o processo do Brasil)
07/09/1822
Emancipação política

Primeiro Reinado
Imperador D. Pedro I
– Guerra da Independência
*PA *MA *PI* BA * Cisplatina
Essas províncias não queriam se separar, a presença dos portugueses eram muito forte.
– Mercenários ( soldados estrangeiros, poloneses e alemães, pagos)
Governo sufocou e controlou as províncias

Organização – Estado
Assembléia Nacional Constituinte – 1823
grupo de pessoas de um país fazendo constituinte.

Constituição da “Mandioca” 1823
– Catolicismo – oficial
– voto censitário (necessário uma renda) *a renda era calcudada atrás da produção de mandioca
Enquanto a constituição estava sendo forte..
10.11.1823 “Noite da Agonia”
D. Pedro I dissolveu a constituinte

Constituição 1824
1ª outorgada ( na marra)
– monarquia hereditária
– liberdade religiosa
– voto censitário + 100$000
– 4 poderes: legislativo, executivo, judiciário e moderador (dá autoridade para o rei)

Conferedação do Equador 1824
PE* RN* CE* PB
Movimento de secessão
capital: Recife
– república
* autoritarismo D. Pedro I
* autorga const. 1824
* crise econômica NE – baixos preços/ açúcar

Reconhecimento da Independência
EUA – Doutrina Monve “América para os americanos”
Isso significava que América não queria que a Europa se intrometesse em seus problemas.
PORTUGAL
INGLATERRA

Guerra da Cisplatina
Conflito:
Brasil perdeu a guerra e Cisplatina
Essa província não se sentia fazendo parte do Brasil, ela tinha costumes diferentes, modos diferentes.
+/- £ 2.000.000.00 foi gasto
+/- 8.000.000 soldados

D.P.I – intensa oposição
* elites rurais (gpt)
07.04.1931 Abdicação D. Pedro I (passar o direito a outro)
para seu filho D. Pedro II

resumo feito..
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murilo

set
16

O murilo já tinha postado, mas eu tinha feito um também… vo deixa aqui :

 

Indicadores demográficos e socioeconômicos

Taxa de natalidade:

É o índice obtido com base no numero de nascimentos ocorridos durante um ano em uma determinada população.

Calculo:

Nº. de nascimentos x 1000 / Nº. da população total = taxa de natalidade em porcentagem.

 

Taxa de mortalidade:

É o índice obtido com base no numero de óbitos ocorridos durante um ano em uma determinada população.

Calculo:

Nº. de óbitos x 1000 / Nº. da população total = taxa de mortalidade em porcentagem.

Taxa de crescimento vegetativo ou natural:

É a diferença entre a taxa de natalidade e a taxa de mortalidade.

Calculo:

Taxa de natalidade – Taxa de mortalidade = taxa de crescimento vegetativo.

Taxa de fecundidade:

É o numero médio de filhos por mulher em idade de procriar (15 a 49).

Taxa de mortalidade infantil:

É o numero de crianças que nascem vivas, mas morrem antes de completar 1 ano de idade.Esse é um bom indicador das condições de vida de uma população.

População Absoluta:

É o numero de habitantes de um lugar.

População Relativa ou densidade demográfica:

É o numero de habitantes de um lugar por quilometro quadrado.

Índice de Desenvolvimento Humano (IDH)

O conceito de desenvolvimento humano não se limita a tomar em consideração apenas o rendimento per capita e fatores econômicos, ele abrange também fatores sociais e valores morais como a liberdade, dignidade. Com isso é feita uma media em relação a população para avaliar o progresso humano, qualidade de vida e condições sociais. Fazendo com que os países busquem cada vez mais um desenvolvimento não apenas econômicos, mas oferecer a sua população serviços básicos cada vez melhores e promover a igualdade e a inclusão das mulheres, minorias étnicas, pessoas mais necessitadas para desfrutar igualmente dos recursos que são destinados a população de um país.

A maior parte dos países  considerados mais pobres se localizam na África Subsaariana.

Avaliação do desenvolvimento humano

São três indicadores para avaliar a qualidade de vida da população:

  • Um econômico: a renda per capita. Ex: numero de pessoas empregadas;
  • Dois sociais: a saúde. Ex: expectativa de vida ao nascer; a educação. Ex: taxa de alfabetização entre pessoas com mais de 15 anos.

Os países são classificados em três categorias, segundo os valores do IDH:

  • Países com alto IDH possuem valores superiores a 0,8.
  • Países com médio IDH possuem valores entre 0,5 a 0,8.
  • Países com baixo IDH possuem valores inferiores a 0,5.

Alguns fatores do IDH:

● Expectativa de vida

Desde o nascimento até a longevidade, e geralmente será elevado se o ambiente onde a pessoa vive for saudável.

● Taxa de alfabetização

É levado em conta pessoas com mais de 15 anos e a taxa de matrículas no Ensino Fundamental, Médio e Superior. Nos dias de hoje praticamente não há espaço para o analfabetismo no mercado de trabalho.

Transitoriedade do IDH

O IDH tem um caráter transitório que pode variar com o tempo para melhor ou pior.

Qualidade de vida:

A desigualdade que separa os países subdesenvolvidos dos desenvolvidos divide também a população de cada nação. As pessoas têm o direito de possuir uma existência longa e saudável e também uma maior qualidade de vida como saneamento básico, eletricidade, acesso a água tratada e a alfabetização. Sempre deve haver um investimento em novas tecnologias e pesquisas cientificas para melhorar a vida das pessoas.

A linha de miséria definida pelo Banco Mundial é de 1 dólar diário por pessoa, é quase impossível se imaginar viver com isso, mas é a realidade de quase 2,8 bilhões de pessoas.

Cúpula do Milênio:

Formado por 189 países que estipulam e aprovam metas para erradicar a pobreza e outros problemas sociais até 2015.

Principais metas:

  • Erradicar a pobreza extrema e a fome;
  • Ensino fundamental universal;
  • Igualdade entre homens e mulheres;
  • Reduzir a mortalidade entre crianças em até 2/3;
  • Melhorar a saúde materna;
  • Combater a HIV/AIDS e outras doenças graves;
  • Garantir a sustentabilidade ambiental;
  • Desenvolvimento de um sistema comercial aberto e financeiro multilateral aberto, que aumente a qualidade de vida e diminua a pobreza.

Distribuição da população mundial

Algumas áreas do globo possuem grandes concentrações humanas enquanto outras não. Principais fatores:

  • Fatores físicos ou naturais:

O clima, relevo, solo e vegetação influenciam. As áreas favoráveis a habitação são chamadas de ecúmenas (planícies, vales, deltas fluviais, regiões de clima temperado) e as desfavoráveis de anecúmenas (desertos quente e frios, regiões montanhosas, densas florestas).

  • Fatores históricos:

Processos de ocupação inicial são relacionados com esse fator, como a expansão colonial XVI, industrialização e principalmente a segunda guerra mundial que forçou muitas pessoas a migrarem para os grandes centros de guerra para outros locais mais calmos.

  • Fatores econômicos:

Atividades industriais, de prestação de serviço, de agricultura com alta mão-de-obra  são atrativos para as grandes concentrações populacionais e são chamadas de “Formigueiros humanos” áreas de pecuária extensiva e de agricultura  mecanizada não são atrativos para a concentração.

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